domingo, 11 de novembro de 2007

show em comemoração aos 10 anos de carreira

10 anos de Stephen Fry

Zeca Baleiro faz show no Rio como se estivesse em casa

Plantão | Publicada em 09/11/2007 às 10h05m

Leonardo Lichote - O Globo

Zeca Baleiro faz show no Teatro Rival

RIO - Zeca Baleiro tocando violão em casa, sem compromisso com um roteiro ou um álbum, indo de uma música a outra guiado apenas pelo prazer. É assim que os fãs que forem nesta sexta e no sábado, às 19h30m, ao Teatro Rival verão o artista no palco, no show "E assim se passaram dez anos...". Como o nome diz, é um espetáculo comemorativo de uma década do lançamento de "Por onde andará Stephen Fry?", seu primeiro CD. Mas é também muito mais que isso.

- O repertório traz um monte de canções que sempre quis cantar e nunca cantei - adianta Baleiro. - Tem "Respire fundo", de Walter Franco. Dos discos de Clara Nunes, peguei "As forças da natureza", de João Nogueira e Paulo Cesar Pinheiro. Talvez entre alguma coisa do Chico Buarque... Só definimos mesmo na passagem de som.

"E assim se passaram dez anos..." foi desenhado a partir do convite do Rival para que Baleiro montasse um show intimista. O músico convocou então sua "banda de um homem só": Tuco Marcondes (violões, gaita, guitarra e vocal). A seu lado, Baleiro lembra - como não podia deixar de ser num espetáculo que celebra dez anos de carreira - sucessos e canções marcantes de seus discos. Mas aponta também para o futuro.

- Toco algumas coisas novas, para as pessoas saberem que ainda estou compondo - brinca. - Tem uma música inédita, ainda sem nome, que fiz com Totonho, um dos caras que mais admiro dessa nova geração. Canto também uma parceria com Dante Ozzetti, "Partidão", que ele gravou em seu último disco.

O repertório passa ainda por Sérgio Sampaio ("é sempre bom lembrá-lo, as pessoas conhecem pouco dele") e Waldick Soriano, confirmando uma abertura estética que sempre marcou os trabalhos do artista - de sua obra autoral a seu alegre "Baile do Baleiro".

Zeca Baleiro: Teatro Rival BR: Rua Álvaro Alvim 33, Cinelândia - 2524-1666. Sex e sáb, às 19h30m. R$ 36 (200 primeiros, setor B), R$ 40 (setor B) e R$ 50 (setor A). 18 anos

domingo, 19 de agosto de 2007

Texto da Promocao Lado Z da Gravadora MZA.

Nestes tempos de madureza esta fase de minha vida pode ser definida assim: antes e depois do lado Z surgir. Porque antes eu andava "triste, tristinha; mais sem graça que a top model magrela na passarela" (ZB). Buscava alguma coisa que eu não sabia bem o que era. Os versos de `Passagem das Horas` de Álvaro de Campos (heterônimo de F. Pessoa) elucidam um pouco esse sentimento:
"Ah, não estar parado nem a andar
não estar deitado nem de pé,
nem acordado nem a dormir
nem aqui nem noutro ponto qualquer.
Resolver a equação desta inquietação prolixa
saber onde estar para poder estar em toda parte
Saber onde deitar-me para estar passeando em todas as ruas..."

Os dias, para mim, eram exatamente assim: uma constante inquietação, como o conflito vivido pelo "eu" poético. Mas, naquele dezembro de 1997, surge meu lado Z, que eu ainda não sabia que seria tão intenso, tão verdadeiro. E despertou aguçado, sedento de novidades. Essa novidade respondia pelo nome de Zeca Baleiro, que se mostrou através de uma reportagem no Jornal da Tarde, no caderno ´Variedades`. Uma crítica bacana, que despertou minha curiosidade e me fez correr atrás do primeiro CD (Por onde andará Stephen Fry). Também chamou minha atenção a camiseta que Zeca vestia. A do Santos Futebol Clube, meu time do coração. Pronto. A química foi perteita. Uma voz linda; as letras belíssimas e ainda santista? O trabalho de Zeca realmente era (e é) muito bom. Bastou ouvi-lo para saber que minha vida não seria mais a mesma.

Cheguei perto do Zeca em maio de 1999. Foi um sonho. A partir dali nunca mais deixei de acompanhá-lo. Além das muitas apresentações a que assisti do Vô Imbolá - pelo menos oito vezes - fui ao lançamento do livro `Batom Vermelho`, de Lúcia Santos, sua irmã. Aconteceu no KVA ainda em 1999. Eu e minhas três amigas ficamos sem voz quando Zeca ofereceu-nos um licor feito por seu Tonico, seu pai, e sentou ao nosso lado por alguns minutos. Emoção, encantamento... isso explica a dedicação e carinho por ele e o motivo pelo qual o sigo, sempre que posso, em seus shows. Para citar alguns exemplos, assisti Líricas no Sesc Santos; fui a um show em Cunha - perto de Paraty - e, no começo deste ano, junto com mais duas amigas, fomos ao show na Ópera de Arame em Curitiba - isso sem contar as idas às apresentações que ele faz em São Paulo e na grande São Paulo - incluindo quase todos os "Baile do Baleiro" (fui todas as quintas-feiras no Sesc Pompéia).

Assim é o tamanho de meu encantamento pelo meu ídolo. O reencontro com as amigas, todas "baleiretes" tem sempre a mesma emoção. Sentar na primeira fila, então, não tem preço. Ele, invariavelmente, faz um gesto para mostrar que nos viu: ergue as sobrancelhas; arregala os olhos... e nos deixa todas emocionadas - é a recompensa de nossa dedicação. O bacana de tudo isso é que Zeca é de carne e osso. Posso chegar perto; falar com ele; trocar idéias. Por isso, para mim, ele se tornou o poeta-maior. Este meu lado Z me faz muito bem e torna meus dias mais felizes.

Texto escrito por mim - agosto/2005

15 de agosto

Zeca Baleiro

Meu ídolo maior acabou de lançar o CD "ZECA BALEIRO - BALADAS DO ASFALTO E OUTROS BLUES" e ee preciso deixar "registrado" que o CD está lindo; maravilhoso, poético, meio parecido com o Líricas, mas não sei se está melhor - parece-me que sim! O Zeca, a cada dia, surpreende mais e mais quem o admira. Alma Nova, Muzak, Versos Perdidos, Meu Amor Minha Flor Minha Menina, Quando Ela Dorme em Minha Casa.... uma mais bela que a outra... mas eu tenho um carinho especial por ALMA NOVA. AQUI VAI A LETRA. TODOS PRECISAM OUVIR ESSA POESIA EM FORMA DE CANÇÃO.
ALMA NOVA
"SEMPRE QUE TE VEJO ASSIM
LINDA NUA E UM POUCO NERVOSA
MINHA VELHA ALMA
VIRA ALMA NOVA
QUER VOAR PELA BOCA
QUER SAIR POR AÍ
E EU DIGO
CALMA ALMA MINHA
CALMINHA
NÃO É HORA DE PARTIR
ENTÃO FICAMOS
MINHA ALMA E EU
OLHANDO O CORPO TEU
SEM ENTENDER
COMO É QUE A ALMA ENTRA NESSA HISTÓRIA
AFINAL O AMOR É TÃO CARNAL
EU BEM QUE TENTO
TENTO ENTENDER
MAS A MINHA ALMA NÃO QUER NEM SABER
SÓ QUER ENTRAR EM VOCÊ
COMO TANTAS VEZES JÁ ME VIU FAZER
E EU DIGO
CALMA ALMA MINHA
CALMINHA
VOCÊ TEM MUITO QUE APRENDER."
(POESIA PURA! MARAVILHOOOOOOSA)
GRANDE ZECA BALEIRO - VOCÊ É MEU GRANDE ÍDOLO;
EU TE ADMIRO; TE ADORO. VOCÊ É UM SER HUMANO
ESPECIAL; CARISMÁTICÓ; CARINHOSO... GENTE BOA
PRA CARAMBA. POR ISSO SOU TUA FÃ PARA SEMPRE!